sexta-feira, 8 de maio de 2009

Amor/Ódio

Não entendo esta dor
Que me consome diariamente
Não te amo, não te quero
É o que grita o meu ser
Mas talvez esteja errada
Talvez te ame demais
Mas esse amor acabou
Tornou-se ódio
Por tanto te desprezar.

Um comentário:

consciencia tranquila disse...

Soberbo.
Parabéns.
Permita-me reflectir sobre o poema que escreveu com distinção e excelência, divaguei pelo seguinte pensamento:
O amor e o ódio são faces da mesma moeda.
Então distantes um do outro, mas coladas no mesmo ser, no mesmo objecto.
Paradoxais nas intenções, no entanto tão próximos na intensidade das emoções.