Um pequeno passo em frente, para a perfeição.
Perfeição?
Talvez a melodia, que está à distância de uma nota. Ou talvez a espiritualidade, que se encontra na crença de cada um.
Ou então, talvez apenas o ser humano. No exterior, uma máscara. No interior, uma vida pulsante, um espírito cheio de emoções, sem no entanto possuir razões. Uma mente repleta de pensamentos, razoáveis ou não, e memórias, algumas perdidas ou postas à margem. Um coração que bate, que fornece o sangue e a vida a todo o corpo.
E a morte?
A morte termina tudo. É o fim da caminhada. O descanso perpétuo.
Ou então será apenas o início. Não tem necessariamente de ser o fim. Pode ser o começo de uma jornada do espírito. Uma viagem no tempo. Um retorno ao berço de toda a nossa vida, uma análise minuciosa a cada detalhe da anterior existência.
domingo, 15 de novembro de 2009
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Um comentário:
Quem sou eu
É uma questão que me coloco imensas vezes, ao que julgo não estou só nessa procura.
Curioso apresentares-te com "Quem sou eu"
Apetece-me falar com a ponta dos dedos hoje se não te importas???
Mas não vou falar nem de perfeição nem tão pouco de morte quero falar-te de uma letra de uma canção que muito me toucou quando eu era adolescente e vem no propósito de "Quem sou eu" e se bem me lembro era +/- assim: …Já lá vão mais de 20 anos
Quem sou eu
De onde vim para aqui
Estou só
perdi a luz da razão
Num caos de pesadelo Catedral da ilusão
Como um rio sem margens para o guiar
encontrei uma razão p'ra viver
fui grito e desespero
vivi a solidão
do meu ser
Veias inchadas de ódio espesso cobrem o mundo
resistir há lei dos homens e das maquinas
numa vertigem louca
rumo ao infinito
sou cantar a memória de um tempo esquecido
Ritual de um povo um sonho antigo.
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